CineSesc: Quilombo

Quilombo
(Brasil, 1984, 120min) — Direção: Carlos Diegues

Classificação indicativa: 16 anos

Num engenho de Pernambuco, por volta de 1650, um grupo de escravos se rebela e ruma ao Quilombo dos Palmares, onde existe uma nação de ex-escravos fugidos que resiste ao cerco colonial, entre eles Ganga Zumba, um príncipe africano. Tempos depois, seu herdeiro e afilhado, Zumbi, contesta as ideias conciliatórias de Ganga Zumba (Príncipe) e enfrenta o maior exército jamais visto na história colonial brasileira.

CineSesc: Yõg ãtak: Meu Pai, Kaiowá

Yõg ãtak: Meu Pai, Kaiowá
(Brasil, 2024, 94min) — Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna

Classificação indicativa: Livre

"Yõg ãtak: Meu Pai, Kaiowá” conta a busca de Sueli Maxakali e Maísa Maxakali pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. O filme acompanha a jornada da cineasta para reencontrar o pai, bem como as lutas enfrentadas pelos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá em defesa de seus territórios e modos de vida.

CineSesc: A Queda do Céu

A Queda do Céu
(Brasil, França e Itália, 2024, 108min) — Direção: Eryk Rocha e Gabriela Cunha
Classificação indicativa: 12 anos


Baseado nas palavras poderosas do xamã e líder yanomami Davi Kopenawa, o documentário retrata a comunidade watoriki durante o importante ritual funerário reahu, um esforço coletivo para segurar o céu. O filme funciona como uma contundente crítica xamânica ao garimpo ilegal e à mistura mortal de epidemias trazidas pelos forasteiros, chamadas de "xawara”. Colocando em primeiro plano a beleza da cosmologia yanomami e dos espíritos xapiri, além de destacar sua força geopolítica, o longa nos convida a sonhar longe.

CineSesc: Luiz Melodia – No Coração do Brasil

Luiz Melodia – No Coração do Brasil
(Brasil, 2024, 75min) — Direção: Alessandra Dorgan

Classificação indicativa: 12 anos

Uma viagem sonora e visual, com materiais raros e inéditos de arquivo, que retrata a vida e obra do grande cantor e compositor brasileiro Luiz Melodia. O documentário musical é guiado pela própria voz do artista, que, ao abraçar sua liberdade e originalidade, desafiou muitas normas no mercado fonográfico e cultural brasileiro.

CineSesc: 3 Obás de Xangô

3 Obás de Xangô
(Brasil, 2025, 75min) — Direção: Sergio Machado

Classificação indicativa: 14 anos

O documentário retrata a amizade incondicional entre Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé, os maiores responsáveis pela criação de um imaginário de baianidade que persiste até hoje. Os três defendiam que a força de suas obras residia em documentar o que viam nas ruas: a resiliência do povo do candomblé, o poder das mulheres, a onipresença do mar. Os livros de Jorge, as canções de Caymmi e as pinturas e esculturas de Carybé consolidaram um modo de estar no mundo dos baianos e influenciaram as gerações de artistas que vieram depois.

Projeto Oxigênio: Introdução ao Grafite

Arte Urbana em Papel - Introdução ao Grafite

O Sesc Mafra abre espaço para uma experiência criativa inédita que convida o público a mergulhar no universo da Arte Urbana. Nos dias 28 e 30 de abril, a unidade recebe a oficina Arte Urbana em Papel – Introdução ao Grafite, uma oportunidade para quem deseja conhecer, experimentar e se expressar por meio de uma das linguagens artísticas mais marcantes da cultura contemporânea.

Conduzida pelo artista plástico Dion Moska, a atividade propõe uma vivência prática com técnicas básicas do grafite aplicadas em papel e cartolina. Durante o encontro, os participantes irão explorar o uso do spray, experimentar elementos visuais característicos da arte urbana e desenvolver composições criativas, despertando o olhar artístico e a liberdade de expressão.

Mais do que aprender técnicas, a oficina convida o público a criar coletivamente. Ao final da atividade, os participantes irão colaborar na construção de um mural, transformando a experiência em uma ação colaborativa que valoriza o grafite como forma de arte contemporânea e expressão cultural.

Uma oportunidade única para experimentar, criar e descobrir novas formas de arte.


Sesc Alerta: Todos contra a Dengue

A Dengue representa um sério desafio para a saúde pública no Brasil, especialmente em Santa Catarina, onde temos enfrentado epidemias recorrentes nos últimos anos, com um aumento constante no número de casos anualmente. Destaca-se também o preocupante aumento das formas graves da doença e dos óbitos associados.

Diante dessa realidade, o Sesc-SC, reafirmando seu compromisso com a saúde coletiva e o bem-estar da população catarinense, promove a Semana Sesc Alerta: Todos Contra a Dengue, que acontecerá de 9 a 13 de março de 2026. Esta iniciativa incluirá uma extensa agenda de ações e atividades socioeducativas dedicadas ao combate à Dengue.

Ao longo do mês de março, as Unidades Sesc realizarão outras atividades voltadas para educar a população sobre a Dengue.

Consulte a programação na sua cidade e participe ativamente desta campanha essencial para a saúde pública.

 

 

 

CineSesc: Uma Ilha para Miguel

Uma Ilha para Miguel
(Cuba, 1968, 20min) — Direção: Sara Gómez

Classificação indicativa: 10 anos

Sara Gómez documenta o cotidiano da Ilha da Juventude, anteriormente chamada de Ilha de Pinos, localizada em Cuba. Ela filma as discussões sobre os problemas da construção, da escola e das atividades de lazer dos jovens em 1968 e contextualiza essas imagens com o pensamento de Frantz Fanon sobre a construção de uma nação por meio da descolonização. No filme acompanhamos um jovem em situação de risco chamado Miguel, que é enviado para Havana como parte de um programa de reeducação do governo.

CineSesc: Na Outra Ilha

Na Outra Ilha
(Cuba, 1968, 41min) — Direção: Sara Gómez

Classificação indicativa: 10 anos

Sara Gómez realiza retratos individuais dos habitantes da Ilha de Pinos (atualmente conhecida como Ilha da Juventude), em Cuba. As pessoas contam suas histórias, compartilham pensamentos e discutem temas sociais.

CineSesc: Guanabacoa: Crônica de Minha Família

Guanabacoa: Crônica de Minha Família
(Cuba, 1966, 15min) — Direção: Sara Gómez

Classificação indicativa: 10 anos

Pioneiro no gênero de documentários autobiográficos, este filme da renomada diretora cubana Sara Gómez explora suas raízes familiares para oferecer um retrato pessoal por meio de fotos, da música popular e dos contos das mulheres. É também um documento poderoso sobre as experiências de uma família negra de classe média em Cuba, antes e depois da revolução.

CineSesc: De Certa Maneira

De Certa Maneira (De Cierta Manera)
(Cuba, 1977, 75min) — Direção: Sara Gómez
Classificação indicativa: 12 anos

Mario, um operário de fábrica, e Yolanda, uma professora, se apaixonam. Porém uma crise moral se instala no romance crescente entre eles, ressaltando as diferenças em suas perspectivas e valores. Uma obra feminista poderosa e radical da Cuba pós-revolução, "De Certa Maneira” é um marco do cinema do país e o único longa-metragem realizado pela diretora Sara Gómez.

CineSesc: Eu Vou para Santiago

Eu Vou para Santiago
(Cuba, 1964, 16min) — Direção: Sara Gómez

Classificação indicativa: 10 anos

Através de imagens históricas, Sara Gómez revela a vida cotidiana afro-cubana na cidade portuária de Santiago de Cuba, realizando um retrato vívido e afetuoso do local e de seu povo.

Rede Sesc de Galerias: Exposição Desassossego

A exposição Desassossego apresenta uma reflexão crítica sobre o mundo contemporâneo por meio da fotografia de Sandra Gonçalves. A artista investiga os impactos sociais, políticos e simbólicos do período pandêmico e pós-pandêmico, evidenciando rupturas, exclusões e estados de instabilidade. As obras são construídas a partir da sobreposição, apropriação e ressignificação de imagens digitais e físicas. 

As fotografias funcionam como palimpsestos visuais, nos quais tempos, geografias e fragmentos do humano se entrelaçam. Organizada em diferentes subséries, a exposição constrói um panorama marcado pelo medo, pela ansiedade e pela resistência. Ao ultrapassar o registro documental, a fotografia assume uma dimensão inquieta e multifacetada. 

Desassossego propõe uma experiência sensível e crítica, convidando o público a refletir sobre os limites da convivência e a urgência de transformação no presente. A curadoria é assinada por Letícia Lau.


Sobre a artista:

Sandra Gonçalves é natural da cidade do Rio de Janeiro, mora em Porto Alegre desde 2005. Artista Visual, Professora Titular e pesquisadora na área da Fotografia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Possui graduação em Comunicação Visual na Escola de Belas-Artes (UFRJ). Mestrado e doutorado em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação (UFRJ). Especialista em Processos Curatoriais pelo Instituto de Artes (UFRGS).

É autora do fotolivro Cápsula, Editora Origem (2021) e La vie em Rouge, Coleção Photothings (2024). Como pesquisadora e artista tem como base a fotografia. As questões que a movem e a fazem criar são aquelas relacionadas com a vida em seus múltiplos aspectos sociais, culturais, econômicos, a sobrevivência do planeta e de suas diferentes espécies. Questões relacionadas à finitude são recorrentes em seu trabalho. 

Em 2000, realizou sua primeira exposição, individual, no Palácio do Catete com um trabalho fotodocumental sobre carvoarias no centro urbano da cidade do Rio de Janeiro. Desde então, produz e exibe individual e coletivamente trabalhos relacionados à fotografia. Participa da cena fotográfica e artística através de editais, convocatórias e exposições. Possui obras em acervos de museus e coleções particulares. Participa de grupos de discussão e estudos sobre a fotografia e a arte. Escreve regularmente sobre Fotografia.

Sobre a Curadora:

Letícia Laué curadora e produtora cultural com mais de 19 anos de atuação em artes visuais. Especialista em Práticas Curatoriais (PPGAV/UFRGS), especialista em Gestão Cultural (SENAC/RS), bacharel em Pintura e licenciada em Arte Educação (IA/UFRGS). Diretora da Babilônica Arte e Cultura. Ampla experiência em elaboração, gestão de projetos artísticos e culturais, curadoria de exposições em instituições públicas e privadas, formação de artistas, atuação em conselhos culturais, júris, curadorias em projetos de circulação nacional.

Seu trabalho em curadoria aborda questões inerentes ao campo visual com processos híbridos ou manipulação de mídia em pintura e fotografia e também sobre trajetórias de artistas.

Programação dos Teatros do Sesc Santa Catarina

O Sesc em Santa Catarina conta com sete teatros localizados nas cidades de Joinville, Jaraguá do Sul, Itajaí, Florianópolis, Lages, Chapecó e Concórdia. Esses espaços culturais mantêm uma programação regular e gratuita ao longo do ano, com apresentações que contemplam diferentes linguagens artísticas, como música, circo, dança e teatro.

Voltada a públicos de todas as idades, a programação busca ampliar o acesso à cultura, promover o encontro entre artistas e comunidade e valorizar a diversidade da produção artística.

Confira a programação do teatro da sua cidade e participe!

Projeto Oxigênio: Nas Entrelinhas do Coração

A oficina Nas Entrelinhas do Coração: Palavras que a Alma Entoa tem como propósito explorar, de forma sensível e estruturada, os aspectos teóricos, técnicos e artísticos da Escrita Criativa. 


Ao longo dos dois encontros, os participantes serão conduzidos por reflexões sobre linguagem, construção narrativa, voz autoral, sensibilidade estética e expressão emocional, ampliando seus horizontes literários e aprofundando sua relação com a própria escrita.

Mais do que aprender técnicas, a proposta é acessar as entrelinhas — aquilo que pulsa por trás das palavras no íntimo de cada um — transformando experiências, memórias e percepções em matéria literária. Ao final da oficina, cada participante terá desenvolvido e finalizado uma crônica autoral, resultado de um processo criativo profundamente conectado à sua própria essência narrativa. 


Oficina "Intenção, Ritmo e Presença" iniciação em Contadores

Um olhar cuidadoso para a performance do contador, as potencialidades da voz e do corpo, a preparação do conto, exploração de recursos internos e externos, ritmo, clima, personagens, utilização de objetos etc. Indicado para contadores de histórias que já participaram de outras oficinas na área.

Assessoria: Josiane Geroldi

Sesc Lab: Oficina de Dança de Salão Básico

A oficina de Dança de Salão para iniciantes tem como proposta proporcionar aos participantes uma vivência acessível, prazerosa e acolhedora no universo da dança a dois, desenvolvendo noções básicas de ritmo, postura, condução e conexão com o parceiro(a). 


Por meio de exercícios práticos e dinâmicos, os participantes terão contato com passos fundamentais de ritmos populares da dança de salão, promovendo integração social, bem-estar físico e expressão corporal, independentemente de experiência prévia ou necessidade de par fixo. 

A atividade busca estimular a autoconfiança, a musicalidade e o prazer pelo movimento, contribuindo para a qualidade de vida e a socialização dos participantes.

Assessoria: Willian Jarrie dos Santos Rodrigues 

Sesc Ciência: Espetáculo "Ciência em Show"

Nos dias 27, 28, 29 e 30 de abril de 2026, as Unidades Sesc de Chapecó, Lages, Itajaí e Palhoça recebem o Projeto Sesc Ciência – Circuito de Divulgação Científica.

O projeto integra um conjunto de ações que visa promover a divulgação e a popularização da ciência por meio de espetáculos teatrais.

E o destaque que abre o Sesc Ciência 2026 é a apresentação do espetáculo Ciência em Show.

O Ciência em Show é um projeto brasileiro fundado há mais de 20 anos no Instituto de Física da USP, dedicado a popularizar a ciência por meio de espetáculos interativos, experimentos práticos e educação divertida.

Rede Sesc de Galerias - Exposição "Antes de Voltar a Terra"

A exposição individual Antes de voltar à terra, de Giovana Tartas, instaura um campo de tensão entre memória e paisagem. A mostra reúne pinturas e cerâmicas que revisitam o cotidiano rural de sua família, no norte do Rio Grande do Sul, investigando transitoriedade, trabalho e território. O campo emerge como espaço atravessado por disputas históricas, violências coloniais e pela lógica do capital, deslocando a memória do âmbito afetivo para uma dimensão crítica. Na densidade da pintura e na materialidade da cerâmica, revelam-se marcas, fissuras e transformações da paisagem ao longo do tempo. Com curadoria de Guilherme Brollo, a exposição propõe a memória como gesto de responsabilização e reflexão sobre os modos de habitar a terra.

Giovana Tartas

Natural de Chapecó - SC, Giovana Tartas é formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), atua como artista visual, pesquisadora e produtora cultural. Desenvolve investigações no entremeio da cerâmica e da pintura, explorando temas como transitoriedade, matéria, carne e memória. Seu trabalho tensiona processos e materialidades, articulando diferentes suportes e linguagens em narrativas sensíveis. 

Guilherme Brollo

Natural de Curitiba–PR, Guilherme Brollo é artista e curador, licenciado e bacharelando em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná. Editor-chefe do Jornal Sem Gosto, realizou estágio no Museu de Arte da UFPR (MusA), atuando no núcleo educativo e na produção cultural. Como curador, destaca as exposições "Geraldo Leão: a cor das coisas”, sobre Geraldo Leão, e "a.finidade”, realizada na Galeria DeArtes na Universidade Federal do Paraná.

Projeto Oxigênio: Oficina para formação de professores

PROGRAMA DE MEDIAÇÃO CULTURAL, com objetivo de aproximar a comunidade da arte e cultura. 

Ação: Formação de professores para integrar arte e cultura ao curricular.

Oxigênio: Ação formativa para artistas e escritores

Ação formativa para artistas e escritores independendentes

Nesta edição do projeto Oxigênio, será realizada uma oficina de encadernação artesanal com duração de 4 horas, fundamentada na ideia de que a melhor forma de conhecer o livro é participar de seu processo de fabricação. A ação apresentará a história da publicação, o papel social da autopublicação e as etapas do encadernamento artesanal, destacando sua relevância na trajetória de muitos autores contemporâneos, especialmente catarinenses. Ministrada por Manolo Carlos, artista visual e gráfico de Itajaí e fundador da editora Fantasma, a oficina é voltada a artistas visuais, escritores, profissionais do livro e da leitura, professores e comunidade leitora, com o objetivo de ampliar a compreensão sobre os processos editoriais e fortalecer a formação de mediadores atentos às novas formas de produzir e mediar o livro e a literatura contemporânea.

Oxigênio: Ação formativa para profissionais do Livro

Ação formativa para profissionais do Livro


O projeto Oxigênio propõe uma oficina de 4 horas dedicada à confluência entre artes visuais com foco nas artes gráficas e literatura, destacando como essas linguagens se encontram na produção contemporânea catarinense. Ministrada por Tina Merz, artista visual e gráfica com ampla experiência em publicações e processos gráfico-editoriais, a ação abordará conceitos de artes visuais-gráficas, literatura contemporânea, a relação entre arte gráfica e literatura, os processos editoriais e o livro como objeto artístico. Voltada a artistas visuais, designers, escritores, profissionais de bibliotecas, mediadores de leitura, professores e comunidade leitora, a oficina busca ampliar a percepção sobre novas formas de compreender e conceber o objeto literário.

Oxigênio: Ação formativa para mediadores de Biblioteca

Ação formativa para mediadores de Biblioteca

A Ação Formativa em Mediação de Literatura em Bibliotecas é uma oficina de 4 horas que visa formar multiplicadores e novos agentes do saber literário. Voltada a profissionais de biblioteca, mediadores de leitura, professores e comunidade leitora, a formação aborda os diferentes tipos de biblioteca, seu papel social, a diversidade do acervo e as ações de mediação, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a gestão cultural do espaço biblioteca e fortalecer práticas que promovam a leitura e a formação de leitores.

A ação formativa visa trazer uma panorama teórico-prático no que se refere às mediações realizadas no espaço da biblioteca e abiradrá os seguintes assuntos:

- Os diferentes tipos de biblioteca. 

- O papel social da biblioteca. 

- Diversidade no acervo de biblioteca. 

- Ações de mediação na biblioteca. 

Para cada tema haverá ainda tópicos específicos que serão aprofundados durante as 4 horas de formação que será realizada por Edina Maria Callegaro, bibliotecária formada e com mais de vinte anos de trabalho. 

Biblioteca de Brincar: Terra da Imaginação

Vamos imaginar! Vamos criar imagens! Vamos entrar em uma terra habitada pela possibilidade de novas criações a todo momento.

Esta edição do Biblioteca de Brincar é guiada pela brincadeira de imaginar e desenhar — criar imagens na mente e torná-las tangíveis no papel, materializando a força da imaginação por meio do desenho. As contações de histórias abordam personagens que habitam terras imaginárias, cujas aventuras são frutos da potência criadora da imaginação infantil.

"Partindo do pressuposto de que a criança é a genitora do ser nesse espaço imaginário e simbólico, sua despreocupação primordial ainda não maturou a cognição que agrega por completo os embates do meio social. [...] Assim, podemos dizer que a criança não estetiza o mundo, mas, nas imagens do brincar, habita a virtude estética da qual o homem, ao deixar a infância e se distanciar do poder mágico das imagens, só voltará a se beneficiar quando se retornar ao trabalho criador” (PIORSKI, Gandhy. Brinquedos do chão, capítulo "Chão da escrita”).

Compreende-se, aqui, que o trabalho criador refere-se ao ato de criar imagens, ou seja, ao desenhar. Trata-se do livre desenhar, desvinculado de normas, técnicas ou diretrizes herdadas das belas-artes no Brasil, valorizando o gesto espontâneo, o imaginário e a expressividade própria da infância. 

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