PROGRAMAÇÃO:


09 DE OUTUBRO

08h00 | Credenciamento

09h00 | Cerimônia de abertura

09h30 | Painel "2017 - Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. A experiência de Portugal para a melhor gestão dos destinos."
Prof. Dr. Júlio Mendes (Universidade de Algarve/PT)

12h00 | Almoço no Hotel Sesc Cacupé (por adesão c/ valor de comerciário)

14h00 às 18h00 | Painel Experiências inovadoras:

O MCES tem mais de 15 anos de atuação junto a comunidade tradicional do bairro Sertãozinho no município de Bombinhas. É mantido pelo Instituto BoiMamão e tem como principal objetivo fomentar junto a comunidade o estudo e a recuperação das tradições da população - ofícios, modos de produção, artes, culinária luso-açoriana, costumes e valores que possam ser identificadores culturais daquele território e ao mesmo tempo atrativos originais para visitação e apreciação de moradores e turistas.

O MCES, é um espaço de encontros com finalidade de aprendizados diversos, de visitas e organização de roteiros turísticos - criativos e inovadores de atrativos não convencionais. Apresenta e constrói um formato de turismo cujas atrações ampliam as possibilidades de desenvolvimento sustentável local [econômico, ambiental e cultural] na Escala Humana segundo o Economista Max- Neef.

Com isto, é hoje também uma instituição que prepara as pessoas para o empreendedorismo social (feiras artesanais, artísticas e alimentares; festivais da culinária nativa; oferta de serviços e produtos de visitação a Engenhos de Farinha, ateliês de rendas e bordados e oficinas de cerâmica tradicional; organização e lançamentos de livros, manuais e documentários sobre as tradições luso-açorianas; preparação de jovens para o atendimento de moradores e turistas em hospedagens no próprio museu ou em casas de pescadores artesanais preparados para recebê-los).

O Ecomuseu do Ribeirão da Ilha foi criado em 01 de julho de 1971, com o apoio da comunidade local, iniciativa do Professor Nereu do Vale Pereira e colaboração do Departamento de Sociologia da UFSC.

O museu foi instituído, e vem atuando, como um suporte para que a comunidade preserve seus valores históricos culturais e através desse procedimento encontre apoio para se desenvolver social e economicamente.

Junto à comunidade foram implantados outros serviços receptivos como especialmente os gastronômicos com base na maricultura – mexilhões e ostras – e outros de apoio ao turismo somando-se ao propósito geral de desenvolvimento.

O TobTerra é uma rede de entidades e pessoas que desenvolve desde 2015 um turismo de base cultural e comunitária. Oferece uma experiência única de caminhadas em trilhas com mirantes naturais que proporcionam a apreciação da vida silvestre e a observação de baleias por terra em seu berçário natural, uma experiência à parte.

Os roteiros TobTerra incluem também visitação a engenhos de farinha, alambiques, sítios arqueológicos, comunidades quilombolas e ranchos de pesca artesanal, oportunizando aos visitantes a convivência e integração com personagens da cultura e do artesanato local.

As trilhas ecológicas são acompanhadas por condutores ambientais que facilitam o aprendizado sobre a história, fauna e flora locais, em meio a paisagens de praias, costões e estuários paradisíacos.

O Projeto Viva Ciranda foi criado em 2010 por iniciativa da Fundação Turística de Joinville, com objetivo de ampliar a demanda turística das propriedades rurais inseridos no segmento de Turismo Rural da Região de Joinville, por meio do Turismo Pedagógico. Oferecer a crianças e adolescentes a oportunidade de conhecer o modo de vida no campo, além de proporcionar a vivência do cotidiano rural constituiu-se no atrativo do Projeto.

As atividades pedagógicas são feitas in loco, com visitas a propriedades localizadas na Região Rural de Joinville nas comunidades do Piraí, Dona Francisca, Quiriri, Estrada da Ilha e Estrada Bonita.

Divididas em temas-chave – água e meio ambiente, flores, pequenos animais, cavalos, produção de mel e melado, ervas medicinais, produção de pães, doces e geleias, arrozeiras – as propriedades rurais também propõem atividades educativas e recreativas referentes ao meio ambiente e à agricultura.

Os estudantes, ao aliarem a prática à teoria da sala de aula, têm chance de aprimorar seus conhecimentos e agregar novos saberes relacionados à realidade rural. O projeto, ao mesmo tempo, estimula o desenvolvimento local e a sustentabilidade das áreas rurais.

Iniciado em 2010, o Projeto Viva Ciranda conta com a parceria da Associação do Turismo Eco Rural de Joinville, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria do Meio Ambiente e Ministério do Turismo.

Como o nível de exigência por serviços qualificados no turismo é cada vez maior, o  Selo de Qualidade no Turismo do Paraná  foi criado visando incentivar a melhoria da competitividade, com um elemento de  reconhecimento àqueles que investem em gestão e qualidade.

O Selo de Qualidade no Turismo do Paraná tem por objetivo estimular a competitividade através da melhoria da gestão do negócio e da qualidade nos serviços prestados pelas empresas do setor turístico paranaense.

O programa foi criado especialmetne para atender a micro e pequenas empresas dos segmentos de Agências de Viagem e Turismo Receptivo, Organizadoras de Eventos, Transportadoras Turísticas, Locadoras de Veículos, Meios de Hospedagem e Alimentos e Bebidas classificadas como Gastronomia de Interesse Turístico do Estado do Paraná.

VALES DA UVA E DO VINHO GOETHE é um roteiro enoturístico, que leva o visitante ao encontro das manifestações étnicas do imigrante italiano na região de Urussanga, SC.

Os Vales dos Rios Urussanga e Tubarão, duas das principais bacias hidrográficas do sul de Santa Catarina, foram ocupados por imigrantes italianos no século XIX e apresentam até hoje as marcas desta cultura com a produção de uvas e vinhos entre outros processos produtivos tradicionais. Neste ambiente é possível participar dos valores históricos do colonizador, a partir da vivência entre suas casas de pedra centenárias, hábitos alimentares e acolhida hospitaleira.

Em 1889, Dr Giuseppe Caruso Mac Donald, jornalista e representante consular italiano trouxe as primeiras mudas da uva Goethe para Urussanga que se constituía no principal núcleo de colonização da região. As parreiras até então instaladas pelos imigrantes com cepas provenientes de seu país de origem não apresentavam boas condições de adaptação à nova terra. Na primeira metade do século XX, parreirais da uva Goethe se multiplicavam por toda a região dos Vales, cujos frutos produziam um vinho muito bem aceito pelo paladar de todos.

A uva Goethe é uma uva especial, composta 87,5% de cepas européias das cepas Moscatel e Schiava Grossa. Foi desenvolvida pelo ampeologo norte americano Edward Stanniford Roger em 1851 e está presente em todo o Território dos vales como um produto típico e único desta região. Atribui aos vinhos anualmente o selo de INDICAÇÃO DE PROCEDENCIA VALES DA UVA GOETHE.

Portanto, o principal foco do roteiro é o contato com o processo produtivo desta variedade de uva e seus derivados, inseridos nas manifestações culturais da terra que a recebeu, incorporando-a em seus hábitos alimentares.

Situada em corredor turístico que interliga a capital do estado de Santa Catarina – Florianópolis, e Balneário Camboriú, no litoral norte do estado, a Ilha de Porto Belo possui uma área aproximada de 40  hectares, com cobertura vegetal natural de Mata Atlântica secundária e  sua distância do continente é de apenas 900 metros.

O projeto  arquitetônico dos equipamentos colocados à disposição dos visitantes foi  desenvolvido por meio da concepção da exploração turística sustentável,  com a construção de equipamentos turísticos em harmonização com o meio  físico e o controle do fluxo turístico, visando justamente a proteção da  natureza com ocorrência marcante na Ilha.   De acordo com (Tomelin;  Cabral; Vicente, 2010)a oferta atual de serviços turístico-recreativos  na Ilha incluem restaurante, trilhas, Eco Museu Univali, loja de  suvenires, playground, passeio de banana-boat, trilha subaquática,  sanitários, entre outros.

Durante todo o ano, turistas oriundos de distintos centros do país e do Mercosul, principalmente, bom como, pesquisadores e estudantes de espaços ambientalmente limpos, demanda à Ilha de Porto Berlo para conhecer o espaço e as técnicas de manejo sustentado ali empregadas. Nesse contexto, a Universidade do Vale do Itajái, sob a coordenação do professor doutor Paulo Pires, com a participação de alunos do curso de graduação em Turismo e Hotelaria, vem desenvolvendo estudos sistemáticos da demanda, para orientar critérios de manutenção da capacidade de carga do espaço, sob a ótica da sustentabilidade sócio ambiental.

A coordenadoria é o setor administrativo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), responsável pelo gerenciamento, guarda, manutenção e conservação das fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim, Santo Antônio de Ratones e São José da Ponta Grossa, Patrimônio Histórico Nacional do Século XVIII, cuja gestão ininterrupta vem sendo realizada pela UFSC desde 1979. A coordenadoria também regula a visitação desses monumentos em conformidade com as normas da Área de Proteção Ambiental (APA) de Anhatomirim.

O Projeto Fortalezas, recebeu a nova denominação de  Coordenadoria  das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina a partir de 2016. Tal projeto permitiu a criação de um excelente aparato turístico para a Grande Florianópolis, e atualmente conta com várias escunas operando no transporte marítimo de milhares de turistas até as fortificações, gerando emprego e renda também à comunidade litorânea da Ilha de Santa Catarina.

A  Ilha do Mel  é uma formação geológica localizada no litoral do Paraná e possui um Zoneamento Ecológico e de Uso Público, coberta pela Mata Atlântica, dividindo-se em duas categorias de Unidades de Conservação, visando a preservação do ambiente natural.

O parque, que ocupa cerca de 5% da superfície da ilha, tem por objetivo a preservação e reconstituição dos seus ambientes naturais de praia, costões rochosos, importantes remanescentes da Floresta Ombrófila Densa Submontana e de Terras baixas associada à Floresta de Restinga, proporcionando a proteção integral da Diversidade Biológica. Além da preservação permite a visitação pública, educação ambiental, lazer de forma conscientizada e ordenado e a pesquisa científica.

A segunda unidade de conservação, mais restritiva, é a Estação Ecológica, que ocupa cerca de 95% da ilha, prioriza a preservação e a pesquisa científica, com o objetivo de preservação e reconstituição de manguezais, restingas, brejos litorâneos e caxetais.

As áreas de preservação possuem como entorno belíssimas praias e atrativos turísticos, como a Fortaleza de Nossa Sra. dos Prazeres, o Morro do Farol e a Gruta das Encantadas, que, ao longo dos anos, transformaram a Ilha do Mel num dos pontos mais visitados por turistas no Paraná.

16h30 | Coffee Break



10 DE OUTUBRO

08h30 | Mesa redonda: O turismo no Sesc: transformação social para um mundo mais sustentável. Apresentação de projetos inovadores desenvolvidos pelos Departamentos Regionais do Sesc na região Sul e São Paulo.

10h00 | Painel "Ética, bem comum, meio ambiente e turismo sustentável".

Professora Adjunta III da Universidade de Brasília, com filiação ao Departamento de Administração e atuação na graduação e no Mestrado em Turismo nesta universidade. É doutora em Desenvolvimento Sustentável, mestre em Turismo e Hotelaria e bacharel em Administração de Empresas. Tem experiência na gestão pública do turismo como Assessora Especial do Ministro do Turismo (Ministério do Turismo, Brasil, 2014 - 2015).

Entre suas experiências internacionais estão a a colaboração com o International Center for Responsible Tourism (Reino Unido) e com a Universidade de Aveiro, como pesquisadora convidada. Dedica-se a temas como relações sociais de cooperação e conflito entre atores do turismo, competitividade, redes de pequenas empresas do turismo, turismo comunitário e desenvolvimento sustentável.

Além disso, publicou artigos em periódicos nacionais e internacionais de renome na área de turismo, bem como participou de eventos científicos e comerciais ligados a este setor. Também é revisora de periódicos em turismo e administração no Brasil e no exterior. Publicou o livro Destinos do turismo: percursos para a sustentabilidade (Editora FGV, 2013) e é organizadora do livro Turismo, áreas protegidas e inclusão social: diálogos entre saberes e fazeres (Editora Folio, 2015).

Educador, filósofo e pesquisador interdisciplinar da FAZER PENSAR. Doutor em Ciências (USP); Pos-doutorado em Economia, Administração e Sociologia (USP); Mestre em Ecologia Aplicada (USP); Especialista em Ecoturismo (SENAC); Licenciado em Filosofia (Claretiano); Autor de livros sobre Turismo e Consumismo.

Servidor público do Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade  (ICMBio), uma agência federal responsável pela gestão das unidades de conservação, como parques e florestas nacionais. Ele foi o gestor do Parque Nacional de Pacaas Novos em Rondônia e agora é assessor da Coordenação Geral de Uso Público e Negócios. Thiago é formado em comunicação social, com especializações em ecoturismo, interpretação ambiental e conservação do trópicos. Em 2016  obteve o título de Doutor em Ecologia  Interdisciplinar pela Universidade da Flórida, EUA. Sua dissertação focou a Gestão do Turismo e da Recreação em Unidades de Conservação. Thiago também é Coordenador de Capacitação do Grupo de Trabalho de Especialistas em Turismo e Áreas Protegidas da Comissão Mundial de Áreas Protegidas (WCPA) da IUCN.

12h00 | Almoço no Hotel Sesc Cacupé (por adesão c/ valor de comerciário).

14h00 às 16h30 | Workshops:


Ecomuseu

• A concepção e a organização de um Ecomuseu;
• As bases de formação do MCES;
• As bases de sustentação econômica do MCES;
• As bases de atuação e resultados obtidos nos últimoso 10 anos no MCES.

Docente e Pesquisadora com formação em saúde e antropologia. Mestrado em Antropologia e Doutorado em Saúde pela Universidade Federal de Santa Catarina. Estágio Sênior Pós - Doutoral com Bolsa CAPES realizado em 2013 na Universidade do Algarve (Faculdade de Economia / Programa de Doutorado em Turismo). Atua com pesquisas voltadas para 'redes e organizações comunitárias' em comunidades tradicionais do Brasil e Portugal com Pescadores, Agricultores, Grupos Quilombolas e Extrativistas com temáticas voltadas para as populações e seus modos de vida, tradições, patrimônios,itinerários terapêuticos, alimentação orgânica, agroturismo, turismo de base comunitária, gastronomia étnica - cultural, segurança alimentar e sustentabilidade na escala humana, entre outras temáticas correlatas.

As pesquisas realizadas até a presente data (2016) foram financiadas pelo CNPq, CAPES, FAPESC (Fundação de Pesquisa do Estado de Santa Catarina) e UNIVALI, tendo como meta final a autonomia e a inclusão social das pessoas que moram no espaço rural ou no litoral, considerando os caminhos possíveis para a saúde, bem estar e qualidade de vida de famílias e comunidades.

No sul do Brasil as áreas de atuação se concentram na região das Encostas da Serra Geral Catarinense (Santa Rosa de Lima e Anitápolis) e litoral Norte (Bombinhas e Biguaçu).

No Norte do Brasil atuamos com ações no estado do Pará realizando consultorias sobre os modos de vida dos povos oriundos de grupos indígenas e demais populações ribeirinhas de Belém e cidades vizinhas.

No Exterior (Europa) as áreas de interesse se voltam para Portugal (Algarve - Conselho de Loulé / Aldeia de Querença), França (Rennes / Limoges - Accueil Paysan) e Itália (Piemonte / Emilia Romagna - Slow Food); na África temos ações em Moçambique com trabalhos relacionados a história dos povos africanos de língua portuguesa, questões de gênero, modos de vida e desenvolvimento na escala humana.


Turismo e Tecnologia da Informação e Comunicação: Desafios e Oportunidades

• Histórico da relação entre o turismo e as tecnologias da informações e comunicação;
• Impactos no processo de distribuição, gestão de empresas e de destinos turísticos;
• Comportamento do Consumidor – geração X, Y e Z;
• Governança Eletrônica; Destinos Turísticos Inteligentes;
• Turismo e Engenharia e Gestão do Conhecimento.

Pós-Doutorado Empresarial CNPq realizado no Instituto Stela (2012) com projeto de Plataforma de Gestão do Conhecimento para o Ministério do Turismo (MTur). Doutor em Engenharia e Gestão do Conhecimento (UFSC, 2009). Mestre em Turismo e Hotelaria (UNIVALI, 2003). Graduado em Turismo e Hotelaria (UNIVALI, 1996). Professor do Departamento de Engenharia do Conhecimento (dEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Atuou no Departamento de Turismo (DETUR) da Universidade Federal do Paraná entre 2006 a 2017. É Professor do Programa de Pós-Graduação em Turismo (PGTUR) da Universidade Federal do Paraná. É líder do Grupo de Pesquisa TURITEC – Turismo, Tecnologia, Informação, Comunicação e Conhecimento. Revisor de periódicos na área da Administração, Turismo e Engenharia de Produção. Coordenador Geral do Seminário Brasil Espanha de Inovação Tecnológica em Turismo.

Desenvolve pesquisas em tecnologia da informação e comunicação e gestão do conhecimento em serviços (ênfase em turismo). Possui projetos de pesquisa financiados pelo CNPq, Fundação Araucária, UFPR e Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID). Tem experiência na gestão de cursos de graduação (coordenação), na avaliação de cursos e avaliação institucional pelo Ministério da Educação (MEC/INEP). Avaliador Ad Hoc CNPq.


Turismo e Educação Ambiental

A sociedade tem enfrentado um grande desafio a respeito das questões ambientais e dos limites dos recursos naturais suportáveis pelo meio ambiente. Dentro desse contexto tem buscado refletir acerca dos impactos negativos potenciais, sociais e ambientais da atividade turística, confrontando Educação Ambiental e Educação Turística, como temas complementares que contribuem com um planejamento mais sustentável do turismo.

Trata-se de uma temática ainda pouco explorada, mas que merece uma discussão aprofundada, considerando que o turismo pode sim ser um meio efetivo de educar ambientalmente a população e, ao mesmo tempo, fazer uso das ferramentas da Educação Ambiental em seu próprio benefício.

A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.

O workshop pretende discorrer a respeito da relação existente entre turismo, educação ambiental e a mudança de comportamento. Ao elevar a conscientização e o engajamento de crianças em temas ambientais, o projeto Viva Ciranda tem alcançado ótimos resultados para o Desenvolvimento Local Sustentável. É um dos projetos de maior relevância no segmento de turismo rural de Joinville e é referência para profissionais e estudantes da área, de diversas regiões do País.

Foi tema de dissertações e estudos da área de turismo rural e, em 2012, foi apresentado no Guia de Boas Práticas em Educação Ambiental na Agricultura Familiar, manual elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente. Em outubro de 2016 foi apresentado no 10º Citurdes– Congresso Internacional de Turismo Rural e Desenvolvimento Sustentável, realizado na Universidade de Santiago de Compostela, na Espanha

Graduada em Letras, Pedagogia, Pós Graduada em “Multidisplinariedade” e Mestranda em Turismo – Funiber. É servidora Pública da Prefeitura Municipal de Joinville. (desde 2008) e Coordenadora do Programa de Turismo Rural Comunitário “Viva Ciranda” (desde 2013).

Entre as suas contribuições para o projeto estão o planejamento, programação e execução de Oficinas de Capacitação para o grupo de agricultores, abordando temas como: acolhimento, dinâmicas, roteiros pedagógicos, atividades sustentáveis, sinalização, entre outros.


Ecogastronomia

A busca por hábitos saudáveis na alimentação é uma forte tendência em processo de consolidação e constante crescimento.

A preocupação sobre a origem e os processos que os alimentos foram submetidos antes de chegar à mesa está diretamente ligada ao aumento do consumo de produtos orgânicos que auxiliam na direção de uma alimentação mais saudável, limpa e justa.

Desse modo, a Ecogastronomia aliada ao conceito do Slowfood gera uma mudança social e bem viver ao valorizar o alimento como cultura e defesa dos saberes, modos de vida e formas de produção.

Consultor em Gastronomia. Cozinheiro da Rede Slow Food Brasil. Produtor do Projeto Expedições - Convivium Slow Food Mata Atlântica.


Indicadores de competitividade para o turismo

Nesse workshop serão apresentados os projetos de Turismo executados pelo Sebrae PR, o Turismo MICE, Selo de Qualidade no Turismo e Paraná Turístico 2026, em parceria com as principais entidades e do setor turístico como UFPR, Paraná Turismo, Paraná Conventions, Fecomércio PR, ABIH PR, ABAV, PR, ABEOC PR e ABRASEL PR.

Todos os projetos tem como focos estratégicos principais a ampliação da competitividade das empresas participantes e a melhoria do ambiente onde atuam essas empresas. A ampliação da competitividade empresarial está pautada em cinco pilares: Gestão, Sustentabilidade, Inovação, Qualidade e Mercado. Esses temas estão interconectados, porém cada um exige indicadores de desempenho distintos, visando acompanhar a evolução das empresas participantes.

Já na melhoria do ecossistema turístico do Paraná os focos são as organizações das governanças, a capacitação e qualificação dos entes que as compõem nas 14 regiões turísticas do Estado. Da mesma forma, a execução é baseada em indicadores. O objetivo final é a ampliação da competitividade do destino Paraná, respeitando as características e vocações turísticas de cada uma.

Aldo Cesar Carvalho:

Extensão Universitária em Publicidade de Turismo (PUC RS), Especialização em Marketing e Planejamento de Turismo (Embratur, Bahiatursa, Sudene e Seplantec), Pós-Graduação em Planejamento e Gestão do Turismo (UFPR).

Diretor Comercial da FOZTUR S/A, Diretor de Marketing da PARANATUR e Paraná Turismo, Sócio Proprietário da Rota Sul Consultoria, Consultor e Coordenador do Programa Estadual de Turismo do Sebrae/PR.

Rafael Andreguetto:

Bacharel em Turismo (Universidade Tuiuti), Extensão Universitária em Análise Ambiental (UFPR), MBA em Gestão de Projetos (UNINTER).

Diretor Superintendente ECOPARANÁ – Serviço Social Autônomo, Consultor especializado SEBRAE/PR, Sócio fundador das empresas OIS Design de Eventos e Gastronomia, LITORAL pra você, RCL - Ideias, Negócios e Turismo.