Tudo sobre o Festival Palco Giratório em Florianópolis: 15 espetáculos gratuitos, debates e muita arte


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28/05/2026 - Atualizado em 29/05/2026

Vai começar o Palco Giratório

De 03 a 19 de junho, Florianópolis recebe o Festival Palco Giratório, maior projeto de circulação de artes cênicas do país, com uma ampla programação cultural gratuita. A programação contará com apresentações de 15 espetáculos de teatro, dança e circo, de 10 estados brasileiros, além de debates temáticos que promovem o encontro entre grupos do circuito nacional e artistas convidados da cena local.

Com atrações para todas as idades, as atividades acontecem no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), no Teatro Sesc Prainha, no Sesc Museu de Florianópolis, no Ceart-Udesc e na sede do Grupo Mittos, no Morro do Mocotó, convidando o público a vivenciar experiências artísticas plurais e acessíveis.

Os espetáculos que circulam o Brasil nesta 28ª edição do Palco Giratório oferecem ao público uma experiência em família, unindo gerações, em sintonia com a comemoração dos 80 anos do Sesc. “O Palco Giratório traz um conjunto de espetáculos, cuidadosamente selecionados por uma curadoria formada por profissionais do Sesc de todo o país, que tem como proposta reunir diversos públicos em torno de temas contemporâneos e de relevância social. O circuito celebra as artes cênicas em todo seu potencial de experiência artística que proporciona a reflexão conjunta e o fortalecimento de laços afetivos”, afirma o gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc, Leonardo Minervini.

Homenagem

O Palco Giratório 2026 presta uma homenagem aos 40 anos do Grupo Sobrevento, referência internacional no teatro de animação. Com uma trajetória marcada pela pesquisa artística com objetos e formas, onde não apenas bonecos ganham vida, mas também objetos do dia a dia (malas, bule, chapéus, por exemplo), o Sobrevento transforma personagens e narrativas. Criado no Rio de Janeiro, o grupo é radicado em São Paulo, onde mantém suas atividades sem interrupção até hoje.

O Sobrevento apresentará o espetáculo de animação "Para Mariela", que aborda de maneira sensível e poética os sonhos de uma vida simples e os desafios da imigração, a partir de histórias reais de crianças bolivianas. A obra dialoga diretamente com temas contemporâneos como identidade, pertencimento e deslocamento, reafirmando a força do teatro como espaço de escuta e reflexão. 

Para assistir em família

Nesta edição, muitos dos espetáculos têm classificação livre e são um convite à diversão em família. Obras como "Frankinh@ – uma história em pedacinhos", do Coletivo Gompa (RS) e "Dandara na Terra dos Palmares", da Arte Sintonia Companhia de Teatro (BA), abordam temas essenciais do cotidiano, como amizade, bullying, ancestralidade e o enfrentamento do racismo. Inspirado na obra Frankenstein, o espetáculo do coletivo gaúcho aproxima arte e ciência para estimular a criatividade do público. Já o trabalho da companhia de teatro baiana narra a trajetória de uma menina que sofre racismo na escola e encontra forças para enfrentar a experiência dolorosa ao se reconectar com sua origem e identidade.

O impacto das telas na relação entre as crianças e as famílias, tema extremamente atual, estará em cena com o espetáculo "HA!", do Grupo Artilharia Cênica (MG). Já "Caixa Ninho", do Eranos Círculo de Arte (SC), utiliza as caixas de papelão para retratar sentimentos como cuidado e afeto. "Corpos de Tambor", do Coletivo Croa (PA) mostra a força amazônica com elementos da cultura popular do estado associado a elementos das danças de rua, destacando o poder poético dos batuques.

As montagens também trazem para a cena as relações familiares e os desafios contemporâneos, por meio de uma linguagem acessível e sensível. Entre os temas abordados estão a depressão, retratada no espetáculo "No Coração da Lua", do Grupo Estação de Teatro (RN); o Alzheimer, que é tema de "A Maçã", de William Seven (SP).

Entrada gratuita com ingresso social

A entrada para o Festival Palco Giratório é gratuita, e como ingresso social, o público é convidado a doar itens de higiene pessoal. As doações são direcionadas a crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional ou familiar no estado de Santa Catarina, atendidas pelo Programa Novos Caminhos (PNC) do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

Os ingressos gratuitos poderão ser retirados uma hora antes do início de cada espetáculo, no próprio local da apresentação. Para as sessões realizadas no TAC, a retirada deve ser feita antecipadamente pelo site ingressos.sesc-sc.com.br.

Agenda completa

A abertura no dia 03/06 (quarta-feira), será às 20h, no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), com apresentação do espetáculo “Infinito”, da Márcio Fidelis Cia. de Dança e Cooxia Coletivo Teatral (BA). Voltado para todas as idades, o espetáculo de dança infantil dialoga com o teatro para contar a trajetória de Tayó, um menino profundamente ligado à avó que, após sua partida, inicia uma jornada sensível entre memórias, ancestralidade e descobertas. Guiado por figuras mágicas inspiradas nas manifestações populares da Bahia, Tayó mergulha em uma narrativa poética e afrocentrada sobre os mistérios da morte, da eternidade e da conexão com os antepassados. Classificação Livre.

No dia 04 de junho, às 10h, a Márcio Fidelis Cia. de Dança e o Cooxia Coletivo Teatral (BA) participam do “Pensamento Giratório”, na sede do Grupo Mittos, no Morro do Mocotó. A atividade propõe um debate temático sobre a abordagem da morte no universo infantojuvenil, ampliando reflexões sobre temas ainda considerados tabus na infância. A partir da ideia de que crianças e adultos compartilham o mesmo mundo e suas experiências, o encontro convida o público a pensar coletivamente sobre os desafios da existência, da perda e da ancestralidade. Classificação livre.

No dia 04 de junho, às 20h, o Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) recebe o espetáculo “A Maçã”, do artista William Seven (SP). Misturando circo e teatro, a montagem apresenta a trajetória de Nicolau Souberdes, um mágico envelhecido que, entre a genialidade e a solidão, enfrenta o esquecimento e o distanciamento do público. Com números de ilusionismo e efeitos surpreendentes, o espetáculo aborda de forma sensível e poética situações vividas por pessoas com Alzheimer e seus familiares, refletindo sobre memória, afeto e identidade.  Classificação 12 anos.

A delicadeza da infância e os desafios da saúde mental ganham espaço no espetáculo “No Coração da Lua”, apresentado no dia 05 de junho, às 19h, no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), pelo Grupo Estação de Teatro (RN). A montagem acompanha Luana, uma menina inteligente, alegre e ativa que, de repente, passa a sentir uma profunda falta de vontade de brincar, comer ou sair da cama. Com a ajuda do amigo Juca, ela inicia uma jornada fantástica em busca de respostas, encontrando personagens mágicos que os conduzem por caminhos de acolhimento e descoberta. Misturando música, fantasia e emoção, o teatro musical infantil aborda de forma sensível temas como cuidado emocional, escuta e afeto. Classificação Livre.

No dia 06 de junho, às 10h, o Grupo Estação de Teatro (RN) participa do “Pensamento Giratório”, no Teatro Sesc Prainha, promovendo um encontro de reflexão sobre saúde mental na infância a partir do espetáculo “No Coração da Lua”. Em diálogo com um mediador local da área da psicologia, a atividade propõe discutir os desafios emocionais vividos pelas crianças na contemporaneidade, tomando como ponto de partida a trajetória da personagem Luana. O debate busca ampliar a compreensão sobre sinais de sofrimento emocional, o papel da família e da escola na promoção do bem-estar e a importância de falar abertamente sobre saúde mental desde a infância. Mais do que um desdobramento do espetáculo, o encontro convida o público a pensar coletivamente sobre cuidado, escuta e acolhimento em um mundo cada vez mais complexo para crianças e adultos. Classificação livre.

O homenageado desta edição, o Grupo Sobrevento (SP), celebra 40 anos de trajetória com o espetáculo “Para Mariela”, apresentado no dia 06 de junho, às 20h, no Teatro Sesc Prainha. A montagem, em formato de teatro de animação, propõe uma reflexão sobre os sonhos de uma vida simples e a complexidade da imigração. Baseada em histórias de crianças imigrantes bolivianas vizinhas, a peça utiliza uma linguagem simples e objetos cotidianos para criar uma narrativa poética e envolvente. Músicas e sonoridades de diferentes regiões da Bolívia revelam o ambiente do espetáculo e a busca do mar perdido, que simboliza os sonhos de um futuro mágico e a infância deixada para trás. Classificação 12 anos.

No dia 07 de junho, às 15h, o Teatro Sesc Prainha recebe o espetáculo para crianças e adolescentes “Franquinh@ – Uma História em Pedacinhos”, do Coletivo Gompa (RS)inspirado na obra Frankenstein, de Mary Shelley. Esta história, que já é um clássico entre diferentes gerações, funciona aqui como ponto de partida para falar de infância, crescimento, perda, isolamento, bullying, amizade, criatividade e aceitação de si mesmo e dos outros. Victor Frankenstein é um jovem esquisito e solitário que, quase sem querer, acaba criando um ser para lhe fazer companhia, desafiando os limites da ciência e de sua própria idade. No entanto, a criatura não sai exatamente como ele queria; afinal, quase nada sai como a gente deseja. Classificação Livre.

No dia seguinte, 08 de junho, às 10h, o Coletivo Gompa (RS) participa do “Pensamento Giratório”, no Teatro do Sesc Prainha, propondo uma discussão acerca dos limites que envolvem pensar a arte para público de crianças e jovens hoje. Quando se pensa em um espetáculo para crianças, quais abordagens são específicas deste campo e quais os cruzamentos com a arte produzida para adultos? Partindo de uma mesma história, quais são os desdobramentos dentro de um processo de ensaios que matizam os diferentes tipos de criação, com dramaturgias híbridas? Classificação Livre.

O espetáculo “Bando”, da Máscara EmCena (RS), ocupa o espaço urbano com uma intervenção poética em formato de cortejo no dia 09 de junho, às 16h, com saída do Sesc Museu de Florianópolis. Inspirada em pombos-correios, a performance atravessa o cotidiano da cidade distribuindo cartas com relatos íntimos, memórias e histórias de pessoas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Ao resgatar a figura do pombo como símbolo de reencontro, a intervenção transforma as ruas em cenário de reconexão, esperança e celebração da vida. O trabalho mescla intervenção urbana e teatro de máscaras. Classificação Livre.

A trajetória de um dos maiores artistas de rua do país ganha os palcos no espetáculo “Eduardo: O Rei das Praças”, com Eduardo Show da Vida e Alysson Lemos (CE), apresentado no dia 10 de junho, às 20h, no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC).  Narrado por Eduardo, a peça percorre memórias, imagens e sonhos, revelando outras facetas do artista, cuja vida é inteiramente dedicada ao riso e à troca sincera com o público nos quatro cantos do país. Em cena, os 45 anos de carreira se apresentam como uma celebração: de sua  vida, de sua trajetória e, ao mesmo tempo, uma homenagem a todos os artistas de rua que perseveram nesse ofício milenar de ocupar o espaço público, encantando e resistindo com o que sabem fazer de melhor. Classificação Livre.

No dia 11 de junho, às 19h, o Teatro Sesc Prainha recebe o espetáculo “Vida Seca”, da Cia. Etc I Tal (SC). Livremente inspirada na obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, e na pintura Retirantes, de Candido Portinari, a montagem celebra os 20 anos de trajetória do grupo por meio da técnica tradicional de bonecos de luva. Em cena, personagens marcados pela seca, pela fome e pela opressão são obrigados a migrar em busca de água e sobrevivência, em uma narrativa que evidencia ciclos de resistência e recomeço. O espetáculo integra o gênero Teatro de Formas Animadas. Classificação 07 anos.

A pulsação dos batuques e a força da cultura popular paraense conduzem o espetáculo “Corpos de Tambor”, do Coletivo Croa (PA), apresentado no dia 12 de junho, às 20h, no Ceart-Udesc. A montagem combina referências de danças tradicionais, como o carimbó e o lundun marajoara, com elementos das danças urbanas, entre elas breaking, house, dance hall e krump. Em cena, movimento, musicalidade e ancestralidade se entrelaçam em uma experiência poética que transforma os corpos e os tambores em expressão viva da cultura paraense. Classificação Livre.

No dia 13 de junho, às 15h, o Teatro Sesc Prainha recebe o espetáculo “Sancho Pança – O Fiel Escudeiro”, da Piruá Produções Artísticas/Rodrigo Bruggemann – Palhaço Piruá (RN). Na montagem, o Palhaço Piruá assume a pele e a alma de Sancho Pança, personagem internado em um manicômio por afirmar ser o fiel escudeiro de Dom Quixote. Entre humor, crítica e poesia, o espetáculo revisita o clássico de Cervantes para refletir sobre os heróis contemporâneos e as causas que defendem, trazendo de volta figuras atemporais que seguem provocando encantamento e questionamento. Classificação Livre.

Bonecos, objetos manipulados e muita ludicidade conduzem o espetáculo infantil “No Armário Não Cabe Ninguém”, do GPETI – Grupo de Pesquisa em Teatro para Infância (PR), apresentado no dia 14 de junho, às 19h, no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC). A peça acompanha Pi e Tatá, dois monstros que vivem em rotinas repetitivas até a chegada inesperada de uma criatura desconhecida ao Vale dos Monstros. Entre fantasia e diversão, a montagem convida o público a refletir sobre identidade, relações de parentalidade, tolerância e convivência com as diferenças. Classificação Livre.

No dia 16 de junho, às 19h, o espetáculo infantojuvenil “Dandara na Terra dos Palmares”, da Arte Sintonia Companhia de Teatro (BA) será apresentado no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC). A montagem acompanha a trajetória de uma menina negra que passa a rejeitar o próprio nome após sofrer bullying e racismo na escola. Em um sonho conduzido pelas histórias e cuidados da avó, Dandara encontra seus ancestrais e a guerreira Dandara dos Palmares, reconectando-se à força de sua história e de sua identidade. De forma lúdica e poética, o espetáculo aborda a violência racial na infância e destaca o poder da ancestralidade. Classificação Livre.

Lendas, humor e aventuras do sertão pernambucano atravessam o espetáculo “Re Te Tei”, da Tropa do Balacobaco (PE), apresentado no dia 17 de junho, às 19h, no Teatro Sesc Prainha. A montagem de mamulengo acompanha Chico Catolé, menino conhecido por suas mentiras e travessuras, que acaba cruzando o caminho do temido Papa-Figo. Após perder um duelo de rimas, Chico é transformado em aprendiz da criatura e parte em uma jornada repleta de encontros com personagens míticos do sertão, em busca dos ingredientes do misterioso remédio “desempapafigador”. Classificação Livre.

No dia 18 de junho, às 19h, o Teatro Sesc Prainha recebe o espetáculo “HA!”, do Grupo Artilharia Cênica (MG). A montagem acompanha uma criança que passa as madrugadas no celular e, por isso, não consegue dormir. Entre sonhos e devaneios, seres misteriosos de areia a conduzem por labirintos povoados por olhos e máquinas humanas, em uma experiência cênica que mistura fantasia e reflexão sobre o universo contemporâneo. Voltado para todos os públicos, o espetáculo entrelaça dança-teatro e formas animadas em uma narrativa sensorial e poética. Classificação Livre.

Encerrando o Festival, o grupo catarinense Eranos Círculo de Arte (SC), representante do estado na circulação nacional do Palco Giratório, apresenta o espetáculo “Caixa Ninho” no dia 19 de junho, às 15h, no Teatro Sesc Prainha. Voltada para a primeira infância, a montagem convida crianças e adultos a mergulharem em um universo construído com caixas de papelão, formando um cenário intimista, lúdico e cheio de possibilidades. Nesse espaço de descoberta e compartilhamento, o público acompanha os primeiros voos de uma caixa passarinho, em uma experiência sensível que estimula imaginação, vínculo e afeto. Classificação Livre.

Palco Giratório em Santa Catarina

Em 2026 o Palco Giratório o chegará a 30 cidades catarinenses. Além do Festival Palco Giratório em Florianópolis (03 a 19 de junho), serão realizadas as Mostras Palco Giratório para as Infâncias em Joinville (05 a 11/06), Tubarão (07 a 14/06), Lages (09 a 15/06) e Chapecó (11 a 17/06), e o Circuito Palco Giratório (18/06 a 06/07), com a itinerância de três espetáculos, chegando a 25 cidades: Palhoça, Laguna, Araranguá, São Joaquim, Jaraguá do Sul, São Bento do Sul, Mafra, Canoinhas, Caçador, Curitibanos, Balneário Camboriú, São João Batista, Tijucas, Brusque, Blumenau, Rio do Sul, Joaçaba, Concórdia, Xanxerê, São Miguel do Oeste, São José, Biguaçu, Criciúma, Gaspar e Itajaí.

Sobre o Sesc-SC

O Serviço Social do Comércio de Santa Catarina (Sesc-SC) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Fecomércio, Sesc e Senac SC, sob a presidência do empresário Hélio Dagnoni. Desde 1946, o Sesc transforma para melhor a vida de milhares de pessoas, se destacando pelo caráter social e atuação em todo o país.

O conjunto de iniciativas ao longo destes 80 anos representa o efetivo empenho dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo em prol da missão da Instituição de: “promover ações socioeducativas que contribuam para o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo, de seus familiares e da comunidade, para uma sociedade justa e democrática”. Entre as principais atribuições do Sesc estão o planejamento e a execução de ações marcadas pela excelência nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Lazer e Assistência, com vasta oferta de eventos e serviços.

A Instituição está presente em todas as regiões do estado, com 65 pontos de atendimento em 37 municípios. São 33 unidades operacionais, dez unidades do Sesc Comunidade, três meios de hospedagem, um museu, um centro cultural e seis unidades móveis, que levam serviços gratuitos a outras localidades. Além disso, conta com redes de escolas, restaurantes, clínicas, teatros, bibliotecas, academias, entre outros espaços onde desenvolve suas ações.

Educação Infantil, Ensino Fundamental, Contraturno Escolar, Educação de Jovens e Adultos (EJA), atividades de saúde preventiva, de incentivo à prática de atividades físicas e esporte, Odontologia, Nutrição, Cinema, Teatro, Música, Artes Visuais, Dança, Desenvolvimento Comunitário, Trabalho Social com Pessoas Idosas (TSPI), Trabalho Social com Grupos (TSG), compõem o amplo leque de atividades que o Sesc oferece aos trabalhadores do comércio de bens, serviços, turismo, seus familiares e à comunidade em geral. São ações que favorecem crianças, jovens, adultos e idosos e provocam reais transformações em suas vidas.

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